Três mulheres, uma noiva, uma casada e uma amante, estavam conversando sobre seus relacionamentos e decidiram agradar a seus homens. Aquela noite todas as três iriam testar a sensualidade e o poder que exerciam sobre seus companheiros, usando corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto. Após alguns dias, elas tornaram a se encontrar. Cada uma relatou a sua experiência. Disse a noiva: - Naquela noite, quando meu namorado chegou em casa encontrou-me usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os
olhos. Ele me olhou intensamente e disse: ' Você é a mulher da minha vida, eu te amo'. Então fizemos amor a noite inteira. A amante contou a sua versão: - Ah, comigo também foi parecido. Naquela noite encontrei meu amante no escritório. Estava usando um corpete de couro, mega saltos, máscara sobre os olhos e... mais nada! Usava uma capa de chuva para cobrir meu corpo. Quando eu abri a capa, ele não disse nada... seus olhos me devoraram... me agarrou e tivemos sexo a noite toda. E aí a casada contou sua história: - Naquela noite eu mandei as crianças para a casa da minha mãe. Arrumei-me como combinado: corpete de couro, super saltos, máscara sobre os olhos. Então resolvi incrementar o visual. Aproveitei para inaugurar um perfume novo e um batom vermelho que nunca tinha usado antes. Lembrei-me de um comentário que meu marido fez sobre a sensualidade da roupa íntima preta e coloquei a que acabara de comprar... um fio dental com um lacinho de cetim em ponto estratégico. Quando meu marido chegou do trabalho, abriu a porta e me encontrou em pé no meio do quarto fazendo caras e bocas. Olhou-me de cima abaixo e disse: E aí Batman, o que temos para o jantar?É engraçado, concordo, mas será mesmo que um homem casado em uma situação como essa, teria uma reação tão diferente da que tiveram o noivo e o amante? Alguns talvez.
Uma piada como essa, tem pra mim o mesmo efeito de uma caricatura - os exageros acabam facilitando a identificação do indivíduo, destacando características peculiares.
Claro que é uma piada, mas façamos uma exercício de imaginação, tentando "desenhar" o tal marido em nossas mentes. Pra mim, o cara é do tipo inseguro e então precisa inibir a sensualidade da companheira de modo que ela, conformada em seu mundo doméstico, atrofiada, continue sendo sua propriedade. Pobre mulher... pobre homem.
O final da piada foi ótimo, mas se pensarmos bem, o terceiro casal podia ter obtido muito mais da experiência do que os outros dois, uma vez que sendo casados eles supostamente se conhecem melhor do que os noivos e os amantes, sabendo portanto exatamente o que fazer para levar o outro "às nuvens". Mas dessa forma não seria uma piada, não é mesmo?
Rapazes, as vítimas do "sermão" de hoje fomos nós. Então aproveite pra pensar um pouco (dessa vez sozinho mesmo). Você pode estar com a mulher dos seus sonhos bem diante dos seus olhos, ao alcance das suas mãos, esperando por um sinal seu, e ambos podem estar perdendo a única coisa que não conseguimos de volta: tempo.
Abraços
André Luiz
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